sábado, 19 de novembro de 2016

Dom Genival Saraiva fala sobre bondade e ternura do Pai

Dom Genival Saraiva (Foto: José Bezerra)
Dom Genival Saraiva (Foto: José Bezerra)
O administrador apostólico da Arquidiocese de Paraíba, que tem sede em João Pessoa, Dom Genival Saraiva, foi o pregador da quinta novena da festa de Nossa Senhora da Apresentação. Nesta noite, o tema da reflexão, conduzida por Dom Genival, foi: “Misericórdia, bondade e ternura do Pai”.
Todas as noites, dezenas de fiéis e devotos se reúnem na Catedral Metropolitana, para louvar à Mãe de Jesus. Maria das Neves Valetim, residente em Natal, é umas das devotas que participamda festa da padroeira da Arquidiocese. Para ela, ter a Virgem da Apresentação como padroeira é mais um motivo para tentar seguir o exemplo de Nossa Senhora.
Durante o período festivo, há atuação de várias equipes, compostas de voluntários, que se dedicam e se esforçam na organização e desenvolvimento da festa. Mesmo para quem já atua na Igreja, como ministro ordenado, é sempre uma alegria poder colaborar com a festa, todos os anos, nas equipes de trabalho. “Colaborar com a festa da Mãe de Jesus Cristo tem sempre um significado maior, porque ela nos traz para a Igreja e faz com a gente se encontre com ela. Pra mim, é sempre um prazer, todos os anos, me colocar como instrumento nas mãos de Deus a serviço da Igreja”, diz o Diácono José Bezerra, que integra a Equipe de Comunicação da festa.
A festa de Nossa Senhora da Apresentação segue nesta quinta-feira, 17, com atividades na antiga Catedral e na Catedral Metropolitana. Às 19h, na Catedral, vai ser celebrada a sexta novena. O pregador vai ser o Vigário Geral da Diocese de Mossoró, Padre Flávio Augusto de Melo.
A programação completa da festa pode ser conferida no site arquidiocesedenatal.org.br/festadaapresentaçao.
Fonte: http://arquidiocesedenatal.org.br/

Santana do Matos realiza Congresso Eucarístico Paroquial

santana-do-matos
De 22 a 26 de novembro, a comunidade de Santana do Matos realiza o primeiro Congresso Eucarístico Paroquial. Nesta terça-feira, 22, a programação inicia às 5h, com caminhada penitencial e missa; às 15h, haverá recitação do Terço da Misericórdia; às 15h30, adoração ao Santíssimo Sacramento, e, às 19h, missa, presidida pelo Arcebispo emérito, Dom Matias Patrício de Macêdo. A mesma programação será desenvolvida nos dias 23, 24 e 25.
O Congresso será encerramento no dia 26. Às 8 horas, será celebrada missa, na capela de Santa Luzia, seguida de adoração ao Santíssimo Sacramento, até às 15h30. Às 16h, acontecerá procissão, saindo da capela de Santa Luzia com destino à Igreja Matriz, onde será celebrada missa, presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Jaime Vieira Rocha. Na ocasião, será administrado o Sacramento da Crisma e, no final da celebração, acontecerá o ritual de fechamento da Porta Santa, além da entronização do quadro com a imagem dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu.

Fonte: http://arquidiocesedenatal.org.br/

Padre orienta como viver a misericórdia a partir do Ano Santo

Ano Santo termina, mas obras de misericórdia continuam; padre Márcio Padro explica como viver a misericórdia no dia a dia.

Jéssica Marçal
Da Redação

Padre Márcio Prado / Foto: Reprodução Canção Nova
Padre Márcio Prado / Foto: Reprodução -Canção Nova

O Ano da Misericórdia termina neste domingo, 20, mas o convite a continuar a vivência da misericórdia continua. A proposta do Papa Francisco foi apenas despertar a temática da misericórdia para que os fiéis pudessem experimentá-la e vivenciá-la em seu cotidiano.
“As catequeses do Papa, os seus ensinamentos, as obras de misericórdia que ele pôde realizar foi esse grande sinal que pôde fazer com que essa misericórdia fosse mais visualizada. Então os ensinamentos que ele pôde nos dar tocaram realmente isso, não ficou só no discurso muito distante, mas se aproximou sim do fiel para tocar, para escutar essa misericórdia e com certeza sensibilizou para poder praticar a misericórdia”.A proclamação desse Jubileu foi inesperada, tendo em vista que, normalmente, os jubileus acontecem a cada 25 anos e o último foi no ano 2000, ou seja, a Igreja só viveria outro jubileu em 2025. Esse foi um Ano Santo extraordinário, em que o Papa Francisco deixou claro o que é a misericórdia de Deus, explica o vice-reitor do Santuário do Pai das Misericórdias em Cachoeira Paulista (SP), padre Márcio Prado.
As Sextas-feiras da Misericórdia foram um exemplo concreto dado pelo Papa Francisco nesse Ano Santo. Ele não só falou de misericórdia, mas a praticou, o que tem um peso enorme para os fiéis, afirma padre Márcio. O sacerdote destaca que, com essas atitudes, o Papa imita Jesus, uma vez que as obras de misericórdia já existiam há muito tempo.
ano-misericordia-noticias
“O Papa realiza muitas outras obras que não aparecem; ele já realizava isso quando ele era arcebispo lá em Buenos Aires. Ao se tornar Papa e ao proclamar o Ano Santo da Misericórdia, quando ele realizava esses atos não eram atos simplesmente de publicidade, porque está dentro dele isso, aliás, deve estar dentro de cada cristão, de cada filho de Deus poder exercitar obras de misericórdia”.

Padre Márcio destaca ainda que o Papa fez coisas simples, mas que todo cristão é chamado a fazer. Agora que o Ano Santo termina, uma forma de dar continuidade a isso é, em plano teórico, estudar sobre misericórdia, tarefa que pode ser auxiliada a partir de consultas às catequeses e homilias do Papa Francisco ao longo do Ano.
Em termos concretos, o sacerdote indica elencar algumas obras que podem ser feitas. “ ‘Puxa vida, eu nunca visitei um preso’. Eu vou lá colocar na minha listinha ‘visitar um preso’, ou visitar um doente, ou dar de comer a quem tem fome. Que não sejam atos isolados, mas que daqui pra frente cada um de nós, cada fiel, cada filho de Deus possa realmente praticar isso e, aliás, deveria até ser natural em nós cristãos visitar alguém que está doente, visitar o preso, porque o Cristo também foi preso, os apóstolos também foram presos, então é uma maneira de, concretamente, visitar o Cristo ali, de dar assistência ao necessitado assistindo o Cristo naquele necessitado, naquele pobre, dando o perdão a quem necessita”.

FONTE CANÇÃO NOVA

Reveja todas as Catequeses do Papa Francisco no Ano da Misericórdia

Ao longo deste ano, Papa Francisco dedicou 49 Catequeses ao tema da Misericórdia.

Da redação
catequese_roma

Durante o Jubileu da Misericórdia, o Papa Francisco dedicou as quartas-feiras às reflexões  sobre a Misericórdia de Deus e às obras que os fiéis são chamados a praticar.
Ao todo, foram 49 catequeses, incluindo as jubilares realizadas aos sábados. As exceções foram no dia 24 de agosto, quando Francisco cancelou seu discurso para rezar o terço com os presentes, em unidade às vítimas do terremoto na Itália, e no dia 05 de outubro, quando fez um balanço de sua viagem a Geórgia e ao Azerbaijão. Também no mês de julho houve recesso, mas o Santo Padre retomou as audiências públicas em agosto. 

Reveja todas as Catequeses do Papa no Ano da Misericórdia:


Dezembro de 2015:
– 09/12/15 – Papa explica o significado do Ano da Misericórdia [acesse] 
– 16/12/15 – Papa indica sinais que caracterizam o Ano da Misericórdia [acesse]
– 30/12/15 – Papa dedica última catequese do ano ao Menino Jesus  [acesse]

Janeiro de 2016: 
– 13/01/16 – Papa inicia ciclo de catequeses sobre misericórdia [acesse]
– 20/01/16 – Papa: transmitir a misericórdia de Deus é missão comum aos cristãos [acesse]
– 27/01/16 – Papa convida fiéis a serem mediadores de misericórdia [acesse]
– 30/01/16 (Sábado) – Cristãos devem ser missionários do Evangelho, pede Papa [acesse]

Fevereiro:
– 03/02/16 – A misericórdia de Deus leva à verdadeira justiça, diz Papa [acesse]
– 10/02/16 – Na audiência geral, Papa fala sobre caminho quaresmal e Jubileu [acesse]
– 20/02/16 (Sábado)  – Na Catequese, Papa pede “empenho” de católicos por quem mais precisa [acesse]
– 24/02/16 – Papa: a misericórdia de Deus é mais forte que o pecado humano [acesse]

catequese_audiência

Março: 
– 02/03/16 – Papa na catequese: a Igreja não precisa de dinheiro sujo [acesse]
– 12/03/16 (Sábado) – Papa desafia todos ao “serviço concreto” em favor dos pobres [acesse]
– 16/03/16 – Catequese: Papa pede que nações abram portas aos migrantes [acesse]
– 23/03/16 – Na Semana Santa, Papa dedica Catequese ao Tríduo Pascal [acesse]
– 30/03/16 – Papa na catequese: Deus é maior que os nossos pecados [acesse]

Abril
– 06/04/16 – Papa na catequese: misericórdia de Deus cancela miséria humana [acesse]
– 09/04/16 (Sábado) – Dar esmola é um aspecto “essencial da misericórdia”, diz Papa [acesse]
– 13/04/16 – Papa indica dois remédios para o pecado: Palavra e Eucaristia [acesse]
– 20/04/16 – Papa na catequese: distinguir entre pecado e pecador [acesse]
– 27/04/16 – Papa na catequese: quem ignora o sofrimento do homem ignora Deus [acesse]
– 30/04/16 (Sábado) – Papa pede a militares e polícias que sejam semeadores de paz [acesse]

Maio
– 04/05/16 – Deus não conhece “cultura do descarte”, diz Papa [acesse]
– 11/05/16 –  Ser filho de Deus não depende de erros ou acertos, diz Papa [acesse]
– 14/05/16 (Sábado) – Papa diz que piedade é a manifestação da misericórdia de Deus [acesse]
– 18/05/16 – Ignorar o pobre é desprezar a Deus, alerta Papa na Catequese [acesse]
– 25/05/16 – Oração não é “varinha mágica”, explica Papa [acesse]

Catequese

Junho
– 01/06/16 – Em catequese, Papa destaca valor da humildade [acesse]
– 08/06/16 – Papa na catequese: servir a Deus é ouvir e praticar sua Palavra [acesse]
– 15/06/16 – Papa fala da luz da misericórdia: a indiferença nos torna cegos [acesse]
– 18/06/16 (Sábado)- Na Catequese, Papa Francisco fala sobre conversão [acesse]
– 22/06/16 – Papa: não tenham medo de tocar o pobre e excluído [acesse]
–  30/06/16 (Quinta-feira) – A misericórdia sem obras é morta, diz Papa em audiência jubilar [acesse]


Agosto 
– 03/08/16 – Retomando as catequeses, Papa reflete sobre a JMJ 2016 [acesse]
– 10/08/16 – Papa na catequese: Jesus é porta que leva salvação [acesse]
– 17/08/16 – Na catequese, Papa destaca a compaixão de Jesus [acesse]
– 31/08/16 – Papa na catequese: Deus acolhe os descartados pelo homem [acesse]


Setembro 
–  07/09/16 – Papa lista 5 obstáculos que impedem de sentir a presença de Deus [acesse]
– 10/09/16 (Sábado) – Papa retoma catequese jubilar e fala sobre a redenção [acesse]
– 14/09/16 – Papa na catequese: pastores próximos ao povo como Jesus [acesse]
– 21/09/16 – Papa indica perdão e doação como pilares da vida fraterna [acesse]
– 28/09/16 – Papa: Jubileu é tempo de misericórdia para todos, bons e maus [acesse]

Na catequese, Papa reflete sobre o dom da ciência

Outubro
– 12/10/16 – Obras de misericórdia são antídoto contra indiferença, diz Papa [acesse]
– 19/10/16 – Realidade deve ser enfrentada como é, diz Papa em catequese [acesse]
– 22/10/16 (Sábado) – “Diálogo abate muros das divisões e das incompreensões”, diz Papa [acesse]
– 26/10/16 – Papa na catequese: não às barreiras, acolher os migrantes [acesse]

Novembro
– 09/11/16 – Visitar um doente é um ótimo remédio, diz Papa  [acesse]
– 16/11/16 – Papa faz última catequese do Ano da Misericórdia [acesse]


FONTE CANÇÃO NOVA

"Abençoai aqueles que vos amaldiçoam", diz Papa aos novos cardeais

O Papa Francisco realizou um Consistório que nomeou 17 novos cardeais, dos quais 13 são eleitores e 4 eméritos.


Monique Coutinho
Da redação
papa francisco1

Neste sábado, 19, véspera do fechamento da Porta Santa da Misericórdia, o Papa Francisco celebrou na Basílica de São Pedro o Consistório para a criação de 17 novos cardeais, sendo 13 eleitores e quatro eméritos.
Em seu discurso, o Santo Padre saudou todos ali presentes e comentou sobre o Evangelho de hoje, denominado “discurso da planície”, no qual, após a instituição dos doze discípulos, Jesus foi para um local plano, ao encontro de uma multidão.
“A vocação dos Apóstolos aparece associada com este pôr-se a caminho, rumo à planície, para encontrar uma multidão que se sentia atormentada. A escolha deles, em vez de os fazer permanecer lá no alto, em cima da montanha, leva-os para o seio da multidão, coloca-os no meio das suas tribulações, ao nível da sua vida”, afirma.

Quatro exortações

O Pontífice prossegue dizendo que essa atitude é uma forma de Deus revelar a todos que o verdadeiro ápice se alcança na planície, e recorda que este ápice está em um horizonte e, especial, em um convite: “Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso”.
“Um convite acompanhado por quatro exortações que o Senhor lhes dirige, para moldar a vocação na existência concreta do dia a dia. São quatro ações que darão forma, encarnarão e tornarão palpável o caminho do discípulo. Poderíamos dizer que são quatro etapas da mistagogia da misericórdia: amai, fazei o bem, abençoai e rezai”, diz o Papa.
Sobre esses aspectos o Pontífice afirma ser quatro ações que facilmente é realizada com os amigos, com as pessoas mais ou menos chegadas, próximas na estima, nos gostos, nos costumes.
“O problema surge quando Jesus nos apresenta os destinatários destas ações, e fá-lo com muita clareza, sem divagações nem eufemismos. Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, abençoai aqueles que vos amaldiçoam, rezai pelos que vos caluniam”, observa, acrescentando que estas ações não vem espontaneamente.
Diante disso, o Santo Padre diz que essa é uma das caraterísticas mais específicas da mensagem de Jesus, onde se esconde força e o segredo. Além disso, Francisco afirma que é a partir destas atitudes que nasce a alegria, a força da missão e o anúncio da Boa Nova.
“O inimigo é alguém que devo amar. No coração de Deus, não há inimigos; Deus tem apenas filhos. Nós erguemos muros, construímos barreiras e classificamos as pessoas. Deus tem filhos, e não foi para se livrar deles que os quis. O amor de Deus tem o sabor da fidelidade às pessoas, porque é um amor entranhado, um amor materno e paterno que não as deixa ao abandono, mesmo quando erraram.”
Deus não espera pelo momento que formos bons para amar o mundo, para amar a todos, não espera pelo momento em que seus filhos são menos injustos ou perfeitos, mas ama a todos porque escolheu amar, ama porque deu aos seus o estatuto de filhos. Amou mesmo quando éramos seus inimigos.
“O amor incondicional do Pai para com todos foi, e é, uma verdadeira exigência de conversão para o nosso pobre coração, que tende a julgar, dividir, contrapor e condenar. Saber que Deus continua a amar mesmo quem O rejeita, é uma fonte ilimitada de confiança e estímulo para a missão. Nenhuma mão, por mais suja que esteja, pode impedir a Deus de colocar nela a Vida que nos deseja oferecer”, diz Francisco.

Epidemia na sociedade

O Santo Padre recorda que o tempo atual carateriza-se por problemáticas e interrogativos fortes à escala mundial. Tempo em que ressurgem, à maneira duma epidemia nas nossas sociedades, a polarização e a exclusão como única forma possível de resolver os conflitos.
“Vemos, por exemplo, como rapidamente quem vive ao nosso lado não só possui a condição de desconhecido, imigrante ou refugiado, mas torna-se uma ameaça, adquire a condição de inimigo. Inimigo, porque vem de uma terra distante, ou porque tem outros costumes. Inimigo pela cor da sua pele, pela sua língua ou a sua condição social; inimigo, porque pensa de maneira diferente e mesmo porque tem outra fé.”

O vírus da polarização

Pouco a pouco as diferenças transformam-se em sintomas de hostilidade, ameaça e violência. Quantas feridas se alargam devido a esta epidemia de inimizade e violência, que se imprime na carne de muitos que não têm voz, porque o seu clamor foi esmorecendo até ficar reduzido ao silêncio por causa desta patologia da indiferença.
“Quantas situações de precariedade e sofrimento são disseminadas através deste crescimento da inimizade entre os povos, entre nós! Sim, entre nós, dentro das nossas comunidades, dos nossos presbitérios, das nossas reuniões. O vírus da polarização e da inimizade permeia as nossas maneiras de pensar, sentir e agir”, observa Francisco.

Anunciar o Evangelho

O Papa Francisco afirmou que Jesus não cessa de descer do monte, de querer inserir na encruzilhada da história de cada um ali presente para anunciar o Evangelho da Misericórdia. Jesus continua a chamar e a enviar à planície dos povos, continua a convidar a gastar a vida apoiando a esperança do povo, como sinais de reconciliação. “Como Igreja, continuamos a ser convidados a abrir os nossos olhos para vermos as feridas de tantos irmãos e irmãs privados da sua dignidade, provados na sua dignidade.”
Ao concluir, o Santo Padre disse que o caminho para o céu começa na planície, no dia a dia da vida repartida e compartilhada, de uma vida gasta e repleta de doações. O ápice é esta qualidade do amor; a meta e aspiração é procurar na planície da vida, juntamente com o povo de Deus, “transformar-nos” em pessoas capazes de perdão e reconciliação.
“Amado irmão, aquilo que hoje se te pede é que guardes no teu coração e no coração da Igreja este convite a ser misericordioso como o Pai, sabendo que se alguma coisa nos deve santamente inquietar e preocupar a nossa consciência é que haja tantos irmãos nossos que vivem sem a força, a luz e a consolação da amizade com Jesus Cristo, sem uma comunidade de fé que os acolha, sem um horizonte de sentido e de vida.”

Consistório

Este é o terceiro consistório do pontificado de Francisco. Entre os 13 cardeais eleitores está incluso Dom Sérgio da Rocha, atual arcebispo de Brasília (DF).
Além deste, o Papa Francisco celebrou também outros dois consistórios, sendo um no dia 22 de fevereiro de 2014, criando de 19 cardeais, entre os quais 16 eleitores, e outro no dia 14 de fevereiro de 2015, com total de 20 cardeais, sendo 15 eleitores.
Entre os 13 cardeais eleitores 

FONTE CANÇÃO NOVA