terça-feira, 28 de novembro de 2017

CNBB celebra abertura do Ano Nacional do Laicato na última reunião do Consep

CNBB celebra abertura do Ano Nacional do Laicato na última reunião do Consep

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) celebrou na manhã desta terça-feira (28), durante a última reunião do ano do Conselho Episcopal Pastoral (Consep), a abertura do Ano Nacional do Laicato.  Iniciado oficialmente na Igreja no Brasil, no domingo, 26, dia da Festa de Cristo Rei, se estenderá até 25 de novembro de 2018.
O arcebispo de Brasília (DF) e presidente da CNBB, cardeal Sergio da Rocha, deu início ao Ano Nacional do Laicato na CNBB com louvor e gratidão a Deus e agradecendo aos leigos e leigas que já tem sido sujeitos na Igreja em saída.
“Nós temos um longo caminho a percorrer para que, cada vez mais, os fieis leigos e leigas possam ser de fato sujeitos na Igreja em saída e sal da terra e luz do mundo”, disse.
Com o tema “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino” e o lema “Sal da terra e luz do mundo”, o Ano do Laicato é uma ocasião para toda Igreja no Brasil vivenciar intensamente, por meio de orações, celebrações e reflexões. Além de motivar uma participação maior dos leigos e leigas na vida da Igreja e da sociedade.
O bispo de Caçador (SC) e presidente da Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato, dom Severino Clasen, disse há uma mobilização positiva em relação ao Ano Nacional do Laicato.
“Chegou a hora dos leigos. Como disse o papa Francisco a um cardeal ‘Não deixemos o relógio parar’. Nessa abertura, queremos externar toda a gratidão a Deus pelo dom da vocação que Ele nos dá: a santidade”.
Marilza Schuina e o Cardeal Sergio da Rocha. Foto: Maurício Sant’Ana/CNBB
Emocionada, a presidente do Conselho Nacional do Laicato do Brasil, Marilza Schuina, recordou o Concílio Vaticano II, que reconhece a comum dignidade dos cristãos batizados filhos e filhas de Deus. Todos profetas, sacerdotes e reis.
“A Igreja no Brasil, com o documento 105 da CNBB e a proclamação do Ano Nacional do Laicato, tem como uma das suas razões fundamentais essa eclesiologia do Vaticano II, ‘Leigo é Igreja’, no dizer do documento 105 ‘É sujeito eclesial’, no dizer do papa Francisco, ‘É sujeito eclesial primordial’. Que nós não deixemos passar desapercebido algo tão simples que é o reconhecimento da vocação, identidade e missão do cristão leigo e leiga, sujeito na Igreja e na sociedade”, ressaltou.  
Representando o secretário executivo da Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), Carlos Moura, o diretor executivo da Cáritas Brasileira, Luiz Cláudio Lopes da Silva, Mandela, disse que, atualmente no Brasil, são mais de 15 mil leigos e leigas que abraçaram parte do serviço que a Igreja no Brasil promove enquanto missão evangélica que é o serviço de organizar a solidariedade e a caridade que liberta.
“Que a gente possa nesse ano se aproximar cada vez mais. O sonho da pastoral de conjunto na paróquia, na comunidade de base, na diocese se concretize. Que esse ano possibilite muitos encontros de reflexão de envolvimento, de abertura para o diálogo, de compreensão das várias identidades que as pastorais e os organismos tem em cada paróquia, diocese e que a gente consiga sair desse ano cada vez mais unido e comprometido com essa ação da pastoral de conjunto”, declarou.
Foto: Maurício Sant’Ana/CNBB
No final, o cardeal deu a benção e lembrou que o grande desafio é ser uma presença maior, um testemunho cristão mais efetivo nos diversos ambientes e situações da sociedade, como o mundo da polícia, do trabalho, economia e cultura.
“Nós temos a esperança de, terminado o Ano do Laicato, poder realmente ter essa presença reforçada e valorizada através de ações concretas. O desafio seja de uma presença comunitária, organizada dos leigos e leigas na própria sociedade”.

FONTE CNBB

Arcebispo de Florianópolis recebe medalha do mérito Anita Garibaldi

Arcebispo de Florianópolis recebe medalha do mérito Anita Garibaldi

O Arcebispo Metropolitano de Florianópolis (SC), dom Wilson Tadeu Jönck, recebeu, no último dia 20, a Medalha do Mérito Anita Garibaldi. A comenda é a maior condecoração oferecida pelo Governo do Estado. A Medalha Anita Garibaldi é concedida a pessoas físicas ou jurídicas, nacionais ou estrangeiras que, no ramo das atividades que desenvolvem, contribuíram direta ou indiretamente para o engrandecimento do Estado.
Leia a matéria na íntegra no site do Regional Sul 4

FONTE CNBB

Papa Francisco envia saudação à Igreja no Brasil pelo Ano do Laicato

Documento foi enviado à CNBB e lido hoje na abertura do Ano na sede da CNBB, durante reunião do Consep

Da redação, com CNBB

Francisco enviou uma carta em celebração ao Ano do Laicato / Foto: Reprodução O Vídeo do Papa

Por meio do Secretário de Estado do Vaticano, o Cardeal Pietro Parolin, o Papa Francisco encaminhou ao Brasil uma carta saudando a abertura do Ano Nacional do Laicato, que teve início no domingo, 26. A carta foi lida nesta terça-feira, 28, no lançamento do Ano na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na abertura da última reunião do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) de 2017
Na carta, o Papa pede que todos os leigos e leigas brasileiros se sintam animados a dar continuidade ao que o Papa chama de “nova saída missionária”. O Santo Padre pede que os fiéis católicos não se confinem em suas paróquias e levem a palavra do Evangelho mundo afora. “Não se trata simplesmente de abrir a porta para que venham, para acolher, mas de sair porta fora, para procurar e encontrar”, exortou Francisco.
Além disto, o Sucessor de Pedro se mostra atento ao atual momento em que se encontra o país e pede união aos fiéis brasileiros. “E, nesse momento particular da história do Brasil, é preciso que os cristãos assumam a responsabilidade de ser o fermento de uma sociedade renovada, onde a corrupção e a desigualdade deem lugar à justiça e solidariedade”, afirmou. 

CNBB celebra Ano do Laicato

Durante a manhã desta terça-feira, 28, a presidência da CNBB celebrou, durante a última reunião do ano do Consep, a abertura do Ano Nacional do Laicato ― que oficialmente começou no domingo, 26.
“Nós temos um longo caminho a percorrer para que, cada vez mais, os fieis leigos e leigas possam ser de fato sujeitos na Igreja em saída e sal da terra e luz do mundo”, disse o arcebispo de Brasília (DF) e presidente da CNBB, Cardeal Sergio da Rocha.
O Ano do Laicato é uma ocasião para toda Igreja no Brasil vivenciar intensamente, por meio de orações, celebrações e reflexões, além de motivar uma participação maior dos leigos e leigas na vida da Igreja e da sociedade. O tema do Ano é “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino” e o lema “Sal da terra e luz do mundo”
“Chegou a hora dos leigos. Como disse o Papa Francisco a um cardeal ‘Não deixemos o relógio parar’. Nessa abertura, queremos externar toda a gratidão a Deus pelo dom da vocação que Ele nos dá: a santidade”, disse o bispo de Caçador (SC) e presidente da Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato, Dom Severino Clasen.
Veja abaixo a carta:


 FONTE  CANÇÃO NOVA

A reforma eclesial e a revolução global de Francisco

Por Pe. Matias Soares
Do clero da Arquidiocese de Natal, fazendo mestrado em Roma

Pe. Matias Soares2 (Cacilda Medeiros) (15)A Igreja Católica está vivendo uma fase de travessia grandiosa da sua história. Não a das honrarias, glorificações e das acidentalidades da mundanidade. Não! O que está em questão é a radicalidade do Evangelho e retomada da transversal Tradição Viva da sua identidade, como sujeito eclesial, que na pessoa de Jesus Cristo tem o seu fundamento e a sua inspiração. A Igreja está fazendo a sua mais autêntica e genuína memória.
Com a celebração do Dia Mundial do Pobre, que tem que ser acolhida à luz do grande Jubileu da Misericórdia (cf. Misericordia et Misera, 21), o Pontífice coloca a Igreja na atualidade para que possa testemunhar que a misericórdia é testemunhada não só com palavras, mas também com obras. Sem dúvida, o que está sendo levado em consideração é uma Igreja pobre e para os Pobres. Na homilia da Santa Missa, deste dia 19/11/17, Francisco afirmou que “a omissão é também o grande pecado contra os pobres. Aqui assume um nome preciso: indiferença. Esta é dizer: Não me diz respeito, não é problema meu, é culpa da sociedade. É passar ao largo quando o irmão está em necessidade, é mudar de canal, logo que um problema sério nos indispõe, é também indignar-se com o mal mas sem fazer nada. Deus, porém, não nos perguntará se sentimos justa indignação, mas se fizemos o bem”. Com isto, ele provocando a responsabilidade de todos. Um ser humano não pode ser indiferente ao sofrimento do outro, que tanto quanto deve ter a sua dignidade reconhecida e respeitada integralmente.
Para a Igreja, essa opção, é um dos elementos da necessária reforma pensada por Francisco; pois, deste modo, ela estará sendo fiel à boa notícia do Reino de Deus (cf. Lc 4,18; Mt 25, 35-45), que coloca o Pobre no centro da proclamação. A opção preferencial pelos mais pobres dos pobres está na raiz da Divina Revelação, não limitadamente como categoria sociológica; mas, como categoria teológica, tendo em Jesus Cristo o fundamento hermenêutico desta opção necessária. A afirmação de Bento XVI, no seu discurso de abertura da V Conferência de Aparecida, sobre esta questão é lapidar: A fé nos liberta do isolamento do eu, porque nos leva à comunhão: o encontro com Deus é, em si mesmo e como tal, encontro com os irmãos, um ato de convocação, de unificação, de responsabilidade em relação ao outro e aos demais. Neste sentido, a opção preferencial pelos pobres está implícita na fé cristológica naquele Deus que se fez pobre por nós para nos enriquecer com a sua pobreza” (cf. 2Cor 8,9). Consideremos esse ensinamento do atual Bispo Emérito de Roma e o coloquemos no que é pungente para que todos os cristãos façam essa opção eclesial como uma resposta à nossa filiação divina e como uma atitude de fé indissociável do que celebramos e somos chamados a testemunhar, na busca pela santidade e sinal de conversão ao Reino de Deus (cf. Mc 1,15).
O Papa Francisco ensina que a conversão eclesial, ou reforma, como possa acolhido pelos homens e mulheres de boa vontade, é fruto da conversão pessoal. Assim o asseverou no seu discurso de Natal à Cúria Romana, em 2016: “Nesta perspectiva, é preciso destacar que a reforma será eficaz única e exclusivamente se for implementada com homens «renovados» e não apenas com homens novos. Não basta contentar-se em mudar o pessoal, mas é preciso levar os membros da Cúria a renovar-se espiritual, humana e profissionalmente. A reforma da Cúria não se atua de forma alguma com a mudança das pessoas – que, sem dúvida, tem acontecido e acontecerá – mas com a conversão nas pessoas. Na realidade, não basta uma formação permanente, é preciso também e sobretudo uma conversão e uma purificação permanente. Sem uma mudança de mentalidade, o esforço funcional não teria qualquer utilidade”. A consideração de Francisco é colocar no centro das instituições e na vida de cada membro da comunidade eclesial a certeza de que o referencial da sua fidelidade aos ensinamentos do seu Único Senhor é o Evangelho, que é a fonte da nossa sublime alegria (cf. EG, 1).
Para o Mundo globalizado, o que Francisco trás e impulsiona é uma verdadeira revolução. O Cardeal Kasper falou de uma revolução da ternura, que estava sendo fomentada pelo atual Pontífice. Talvez, o que estamos percebendo é a “revolução da misericórdia”, que não gera só vida na Igreja; mas pode ser a força transformadora desta sociedade que globalizou a indiferença. Há desavisados que têm medo da expressão “revolução”. Contudo, um discípulo missionário de Jesus Cristo, convertido ao Evangelho, é enviado a ser no Mundo um revolucionário. Não pela força das armas e da violência, seja essa física ou verbal, como infelizmente estamos vendo nos tempos hodiernos; mas, pela força transformadora da verdade do Evangelho. O Cristão não pode trair a Boa Notícia de Jesus Cristo. O Cristão é chamado a ser alma do Mundo, um sinal de contradição contra tudo aquilo que é próprio do projeto salvífico de Deus para todos os seus filhos, como tão conscientemente ensinaram os Padres da Igreja, configurando assim os detalhes irrenunciáveis do que é a límpida Tradição Viva da Igreja (cf. Dionieto, Pastor de Hermas).
Diante de tantas injustiças sociais, fome, imigrantes que saem de suas terras de origem, crise ecológica, ameaças de guerra, intolerâncias religiosas e étnicas e assim por diante, o Mundo pode e deve sentir-se provocado pela Igreja, através da atitude do Papa Francisco, a pensar que civilização estamos construindo e que futuro está sendo preparado. Os Cristãos pelo amor, que gerou serviço e vida para todos, sempre questionaram o Mundo (cf. Jo 13, 13-15). Não foi por questões e aparatos secundários. Lembremo-nos sempre que a vitalidade da Igreja, nos seus momentos de crises históricas teve no testemunho dos santos e mártires o seu baluarte. Essa revolução que a verdadeira vida cristã pode promover só pode acontecer quando o que a conduz é abertura a estes sinais dos tempos. O Espírito Santo pode motivar em cada Cristão e demais Homens e Mulheres de boa vontade, sejam quem forem, estejam onde estiverem, a fazer esse caminho de adesão ao Bem que todos precisamos acolher.
Por fim, tantas questões nos são postas. O caminho é o da esperança e do amor. Não podemos deixar de acreditar, mesmo que vejamos a passagem do mal e de sinais sombrios em tantos lugares e instituições. Não esqueçamos: a história não começa conosco, nem termina conosco! Com ela podemos contribuir, sabendo que a mesma pode ser qualificada pela ação misericordiosa e amorosa de Deus, que é Pai. Vamos nos converter, para que nos renovemos e revolucionemos o Mundo com a Alegria do Evangelho. Assim o seja!


FONTE/ ARQUIDIOCESE DE NATAL

Setor Arquidiocesano de Leigos tem novo coordenador

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O Diácono Manoel Carlos (Diac. Mano) foi nomeado para a missão de coordenar o Setor Arquidiocesano de Leigos. Ele sucede, na função, o Diácono Paulo Felizola. O anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira, 23, pelo arcebispo metropolitano, Dom Jaime Vieira Rocha, durante a assembleia arquidiocesana de pastoral, que acontece no Centro Marista de Eventos, em Extremoz.








FONTE/ ARQUIDIOCESE DE NATAL

O valor simbólico das imagens sacras

Pe José Lenilson de MoraisPor Pe. José Lenilson de Morais
Pároco de Santana e São Joaquim, em São José de Mipibu

Temos assistido com preocupação as notícias de destruição de imagens dos santos católicos em nome da “fé” e da “arte” por vários Estados do Brasil. Passados 20 séculos de nossa cultura religiosa cristã-católica ainda encontramos muita ignorância e confusão em relação ao culto a Deus, a seus santos e o uso dos símbolos religiosos na Igreja Católica. Recordemos que, desde o início, não só a Igreja Católica venera ícones e imagens. Todas as igrejas, com origem nos primeiros séculos da era cristã, tem grande apreço por estes sinais sagrados. Pensemos, por exemplo, nas Igrejas ortodoxas e nas Igrejas coptas. Essas comunidades cristãs professam o mesmo credo dos católicos, celebram os Sete Sacramentos e veneram as imagens ou ícones do Cristo, da Virgem Maria e dos Santos.
A confusão aparece quando se leem algumas passagens da Sagrada Escritura, especialmente do Antigo Testamento, que condenam a idolatria dos pagãos, que adoravam as imagens de astros, animais e homens como seus deuses (confira alguns textos: Êxodo 20, 4; Deuteronômio 5, 8-10; Salmo 135, 15-18). Por que a proibição das imagens naquele contexto? Os hebreus estavam saindo da escravidão no Egito, começavam a se organizar como “Povo da Aliança” e precisavam formar bem sua identidade cultural a partir a fé de Abraão. Os povos da terra de Canaã (atual Palestina) já tinham sua cultura e seus deuses próprios, personificados nos ídolos. A proibição da fabricação das imagens aparece com o escopo claro de evitar a “contaminação” de Israel com os outros povos, que eram politeístas. Contudo, um olhar mais atento e menos fundamentalista da Bíblia, leva-nos a perceber que essa proibição encontra nos mesmos livros sagrados a sua relativização, isto é, a sua relação em dois sentidos: proibi quando é imagem de um falso deus, permite quando se trata de arte, embelezamento e simbologia. Confira você mesmo no Texto Sagrado: Êxodo 25, 18-22, onde Deus – que havia proibido a imagem de qualquer ser da terra ou do céu – manda fabricar dois querubins de ouro para embelezar a Arca da Aliança. O sinal visível dos querubins era tão importante que o próprio Deus é quem diz: “do meio dos querubins que estão sobre a arca do Testamento, falarei contigo” (Êxodo 25, 22). Em outra passagem Deus manda Moisés fazer uma serpente de bronze como sinal, e todo aquele que era picado por serpente e obedecesse a Deus ficaria curado (Números 21, 7-9). Esse fato foi tão importante para a fé do Povo de Deus que o próprio Jesus, praticamente na única vez que faz menção ao tema das imagens, disse: “Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim deve ser levantado o Filho do Homem, para que toda pessoa que nele crer tenha a vida eterna” (Evangelho de João 3, 14-15).
Para a fé da Igreja Católica e de todas as Igreja cristãs primitivas (ortodoxa, copta, siríaca, entre outras) há três tipos de culto: um culto exclusivo a Deus, culto de adoração: “latria”; o culto de veneração aos santos, chamado de “dulia” e o culto de veneração a Virgem Maria, denominado “hiperdulia”. Quando os cristãos tem atos de respeito e devoção para com os santos e suas imagens, eles de modo algum ferem os mandamentos de Deus; os cristãos da Igreja católica e de suas Igrejas irmãs sabem – em sua maioria – a clara diferença da adoração “de toda a alma, com todo coração e com todas as forças”, que damos só a Deus, daquela veneração de respeito, de louvor e gratidão devida a Virgem Maria e aos santos. Ninguém é obrigado a gostar de nossas imagens e de nosso modo de rezar, mas todos somos obrigados pela força do Evangelho e da Constituição Brasileira a respeitar o credo alheio. A onda de violação das imagens sagradas e de outros símbolos de nossa fé demostra não um maior conhecimento da Palavra de Deus, mas sim um fundamentalismo doentio e desprovido de argumentos. Na verdade, quem fere, persegue ou violenta em nome de Jesus já criou um ídolo dentro de si, pois tem no coração qualquer outra coisa, menos Jesus Cristo, o qual sintetizou “toda Lei e os Profetas” no amor a Deus…, que só é verdadeiro se for acompanhado do amor ao próximo (Evangelho de Mateus 22, 34-40).


FONTE/ ARQUIDIOCESE DE NATAL

HOMENAGEM AOS PADRES DA NOSSA PARÓQUIA

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Há exatamente 4 meses atrás, ganhamos de presente de Deus um novo pároco para nossa Paróquia, dois novos padres com um desafio de aumentar e restaurar a fé de todos que participam da nossa Igreja. Durante esse tempo, tivemos a oportunidade de conhecer mais de perto o Padre Aerton e o Padre Luciano.

Dia 12 de novembro, celebramos o aniversário de Padre Aerton, e dia 22 de novembro celebramos o aniversário de Padre Luciano, estamos muito felizes pelo senhor e gratos a Deus pelo dom precioso de sua VIDA! Que o senhor possa, ao longo da sua caminhada, ser a presença de Cristo para os irmãos! Onde estiver, seja a presença desse Bom Pastor, desse grande amigo que é para todos.


Duas pessoas que dispõe de um coração gigante capaz de se doar sem medidas a todos, a fim de que todos encontrem a salvação em Deus: eis aí o seu maior presente e sua maior alegria.

É essa felicidade que todos, fiéis da Igreja Santa Teresinha do Menino Jesus, visitantes e demais pastorais, desejamos aos senhores! Que essa chama de amor e luz que ilumina tantas pessoas, jamais se apague, jamais perca o centro da vida, que é Jesus!!!

Obrigada por fazer parte da nossa “história”. Feliz Aniversário e que as mãos de Jesus possam ungir sempre suas cabeças e abençoar seus passos. Conte sempre com nossas orações. Receba o abraço de gratidão da Paróquia da Imaculada Conceição de Nova Cruz, Igreja Santa Teresinha de Lagoa d'Anta e todas as Comunidades.






Parabéns e muitos louvores para suas vidas!




FONTE
PASCOM
LAGOA D'ANTA-RN