quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Abertura da CF2018 acontece nos Vicariatos


A Arquidiocese de Natal vai realizar a abertura da Campanha da Fraternidade nos três Vicariatos.

No dia 17, às 15h, as 34 paróquias do Vicariato Episcopal Sul vão se encontrar na cidade de Santo Antônio, na região Agreste. Lá, vai haver caminhada e missa, presidida pelo Vigário Geral, Padre Paulo Henrique da Silva.

No Vicariato Episcopal Norte, a abertura vai acontecer em dois locais: no dia 17, às 15h, em Angicos, e, no dia 18, às 15h, em Touros.

A abertura da CF, em nível de Vicariato Episcopal Urbano vai acontecer no dia 18 próximo. Às 15h, acontecerá caminhada, saindo da Igreja de São Tiago Menor, no Santarém, com destino ao ginásio de esportes do Colégio Dom Bosco, onde será celebrada missa, presidida pelo arcebispo metropolitano, Dom Jaime Vieira Rocha.



FONTE: Arquidiocese de Natal

Equipes da Pascom 8º e do 13º Zonal vão participar do Miss@o.Com

Coordenadores paroquiais da Pascom (Foto: Cacilda Medeiros)
Agentes da Pastoral da Comunicação das paróquias do 8º e do 13º Zonal se reunirão dia 4 de março, das 8 às 16 horas, no Centro Pastoral da Paróquia de Nossa Senhora da Penha, na cidade de Monte Alegre. Será o miss@o.com, encontro realizado pela coordenação arquidiocesana da Pascom, anualmente, em cada zonal.
Em Monte Alegre, no início da programação, haverá uma reflexão sobre os 20 anos de atuação da Pastoral da Comunicação, na Arquidiocese de Natal, a serem comemorados em 2018. A reflexão será conduzida pela equipe arquidiocesana. Depois, serão oferecidas, simultaneamente, três oficinas: Como falar em público, jornal impresso e telejornalismo (reportagem e entrevista). As inscrições estão abertas, até 25 de fevereiro, e devem ser feitas com os coordenadores da Pascom das paróquias do 8º e do 13º Zonal. A taxa de inscrição é de dez reais.

FONTE: Arquidiocese de Natal

Papa Francisco celebra missa que marca o início da Quaresma

Hoje a Igreja celebra a quarta-feira de cinzas e em Roma o Papa Francisco saiu do Vaticano e foi celebrar a missa na Basílica de Santa Sabina, num dos principais montes de Roma, o Aventino. Na homilia o convite do papa a viver bem a quaresma, esse tempo oportuno que a liturgia nos dá pra conversão.
Reportagem e imagens de Lízia Costa

FONTE CANÇÃO NOVA

“Para, olha e regressa”, é convite do Papa no primeiro dia da quaresma

Na Santa Missa desta Quarta-feira de Cinzas, Francisco sublinhou a importância do cristão parar, olhar e regressar a Deus.

Da redação
Papa Francisco durante homilia desta quarta-feira, 14 /Foto: Reprodução CN

“Para, olha e regressa”, este é o convite feito pelo Papa Francisco na Santa Missa desta Quarta-feira de Cinzas, 14, celebrada no Vaticano, em Roma. Neste dia de jejum e penitência, o Santo Padre sublinhou a necessidade dos cristãos aproveitarem o tempo da quaresma para desmascararem tentações e deixarem o coração voltar a bater segundo as palpitações do coração de Jesus.
Segundo Francisco neste tempo de reflexão e correção do coração, a Igreja propõe que todos os fiéis se atentem a tudo que possa “arrefecer” e “oxidar” o coração. “Cada um de nós conhece as dificuldades que deve enfrentar, e é triste constatar nas vicissitudes diárias como se levantam vozes que aproveitando-se da amargura e da incerteza, (…) semeam o fruto da desconfiança, que é a apatia e a resignação. Demônios que paralisam e cauterizam a alma”, refletiu.
Diante das dificuldades enfrentadas rotineiramente pelos cristãos, o Pontífice sublinhou a importância do cristão parar, olhar e regressar a Deus neste momento de introspecção proposto pela Igreja. A primeira sugestão proposta pelo Papa, a de parar, pede de acordo com o Santo Padre, para que a agitação e a dispersão sejam deixadas de lado para que o coração se esvazie de amargura, do que divide e destrói, para se ocupar do tempo da família, da amizade, dos filhos, dos avós, da gratuidade e do tempo de Deus.
Francisco prosseguiu aconselhando os fiéis a pararem com a necessidade de aparecer e serem vistos, com comentários desdenhosos, com a ânsia de controlar tudo, com ruídos na fé, com atitudes que fomentam sentimentos estereis e infecundos, com tudo que priva a criação de raízes e laços, que é instantâneo, momentâneo e efêmero. O pontífice prosseguiu pedindo um olhar mais fecundo sobre as pessoas e o mundo.
O convite de Francisco aos cristãos é para um olhar do que os impede de seguir a caridade, aos esforços das famílias para serem um lar de amor, às crianças e aos jovens carregados de futuro e esperança, aos idosos portadores da memória viva de um povo, aos doentes que lembram o valor da vida que não pode ser calculada nem medida, e aos que lutam para mudar as situações e realidades para seguirem em frente.
“Olha e contempla o rosto concreto do Cristo crucificado por amor de todos, sem exclusão (…). Olha o seu rosto, que é convite cheio de esperança deste tempo de quaresma para vencer os demônios da desconfiança, da apatia e da resignação. Rosto que nos convida a exclamar: o reino de Deus é possível!. Para, olha e regressa. Regressa a casa de teu Pai, regressa sem medo aos braços ansiosas e estendidos do teu Pai Rico em Misericórdia que te espera. Regressa, sem medo este é o tempo oportuno de voltar para casa, a casa do meu Pai, do vosso Pai”, afirmou o Pontífice.
O Santo Padre encerrou a homilia ressaltando que a quaresma é tempo de deixar o coração ser tocado, e alertou: “Permanecer no caminho do mal é fonte apenas de ilusão e tristeza. A verdadeira vida é outra coisa, muito bem diferente e bem sabe o nosso coração, Deus sabe o nosso coração, Deus não se cansa e jamais se cansará de estender a mão”. Por fim, o Papa convidou todos a retornarem sem medo à ternura sanadora e reconciliadora de Deus. “Deixa que o Senhor cure as feridas do pecado e cumpra a profecia feita aos nossos pais: dar-vos-ei um coração novo e introduzirei em vós um espírito novo, arrancarei do vosso peito o coração de pedra e vos darei um coração de carne”, finalizou.

FONTE CANÇÃO NOVA

Quaresma não é tempo de tristeza, mas de penitência, diz Papa

  • Papa explica os temas da tentação, da conversão e da Boa Nova


Da redação, com Boletim da Santa Sé
Papa fala aos fieis no Angelus deste domingo, 18./ Foto: Reprodução Youtube Vatican News
Neste domingo chuvoso, o primeiro da Quaresma, o Papa Francisco esteve com os fieis durante o Angelus, na Praça de São Pedro.
Francisco falou sobre o Evangelho do dia, que lembra os temas da tentação, da conversão e da Boa Nova.
“Jesus vai ao deserto para se preparar para sua missão no mundo. Ele não precisa de conversão, mas, como homem, ele deve passar por essa prova, tanto para si mesmo, para obedecer a vontade do Pai e, para nós, dar-nos a graça de superar a tentação.”, disse.
O Papa lembrou que esta preparação consiste em lutar contra o espírito do mal, e que também para nós, a Quaresma é um tempo de “agonia” espiritual, de luta: somos chamados a enfrentar o mal através da oração para poder, com a ajuda de Deus, superá-lo em nossa vida diária.
O Pontífice lembrou que após as tentações, Jesus começou a pregar a Boa Nova.
“E essa Boa Nova exige da conversão do homem – a terceira palavra – e fé. (…) Em nossa vida, sempre precisamos de conversão – todos os dias! -, e a Igreja nos faz orar por isso. Na verdade, nunca estamos suficientemente orientados para Deus e devemos direcionar continuamente nossa mente e coração para Ele. Para fazer isso, devemos ter a coragem de rejeitar tudo o que nos desvia, os falsos valores que nos enganam atraindo sorrateiros nosso egoísmo. Em vez disso, devemos confiar no Senhor, sua bondade e seu plano de amor para cada um de nós.”
Após a colocação acerca das três palavras importantes da liturgia, o Papa reforçou que a quaresma é um momento de penitência, mas que não deve nos abater: “É um momento de penitência, mas não é um momento triste de luto. É um compromisso alegre e sério para livrar-se do nosso egoísmo e renovar-nos de acordo com a graça do nosso batismo.”
Ao final, o Papa lembrou que somente Deus pode dar a verdadeira felicidade, sendo inútil desperdiçar o tempo procurando por outros lugares, nas riquezas, nos prazeres, no poder, na carreira:
“O reino de Deus é a realização de todas as nossas aspirações, porque é a salvação do homem e a glória de Deus. Neste primeiro domingo da Quaresma, somos convidados a ouvir atentamente e reunir esse chamado de Jesus para nos converter e acreditar no Evangelho. Somos exortados a começar com o compromisso da jornada para a Páscoa, para receber cada vez mais a graça de Deus, que quer transformar o mundo em um reino de justiça, paz e fraternidade.”

FONTE CANÇÃO NOVA

Quaresma provoca fiéis a uma resposta de conversão, diz padre

Doutor em Teologia Bíblica-litúrgica explica que, ao relembrar alianças de Deus com seu povo, liturgia propõe aliança eterna com Jesus.

Julia Beck, com colaboração de Thiago Coutinho
Da redação

Foto: Wesley Almeida – Canção Nova

Preparação para a Páscoa — maior festa da Igreja Católica —, o tempo litúrgico da Quaresma provoca os cristãos à penitência, uma vida de oração e de caridade. A afirmação é do doutor em teologia bíblica-litúrgica, padre Anderson Marçal. “A quaresma é como se você estivesse caminhando em um funil, ela vai nos provocando constantemente a uma resposta de conversão (…), para que nós, na Semana Santa, possamos dar uma resposta concreta a este Deus que nos ama de forma incondicional”, frisou.
O Ano Litúrgico, que organiza uma série de leituras bíblicas, adequadas a cada Tempo Litúrgico, é divido em ano A, ano B e ano C. Neste ano de 2018, a Igreja vive o ano C, período que, de acordo com padre Marçal, traz leituras que relatam histórias de aliança de Deus com o seu povo. “Deus insiste em fazer uma aliança conosco. Mesmo quando nós não somos fiéis a Ele, Ele permanece fiel a nós. Então o que fica evidente neste ano é esse Deus que por amor a cada um de nós faz suas alianças, principalmente no Antigo Testamento, até culminar na nova e eterna aliança com Jesus Cristo”, destacou o sacerdote.
Para os fiéis interessados em realizar na Quaresma um estudo aprofundado da Palavra de Deus, padre Marçal indica a leitura dos capítulos de 13 ao 21 do evangelho de São João. As narrações perpassam o início da Santa Ceia, o lava pés até chegar ao aparecimento de Jesus ressuscitado. “Estes capítulos nos levam à contemplação do que Deus pode fazer por nós”, ressaltou.Segundo padre Marçal, práticas como a via-sacra, comumente realizadas neste período quaresmal, são importantes iniciativas que, se vividas de forma atual, auxiliam os fiéis na resposta concreta de conversão. “As 14 estações têm esse caráter de meditação, mas essa meditação não pode ser algo desencarnado, ela precisa ser algo encarnado com a minha realidade”, frisou. O sacerdote aconselhou paróquias e comunidades pastorais a incentivarem os cristãos a reviverem os últimos passos de Jesus.

Confissão e jejum

Dois eixos centrais da Quaresma, a confissão e o jejum são ações com raízes ainda pouco compreendidas pelos fiéis, de acordo com padre Marçal. Para se fazer uma boa confissão, por exemplo, o sacerdote explica que o católico precisa compreender que o ponto de partida não deve ser o pecado, e sim o amor incondicional de Deus. “Deus me ama de forma incondicional e me amando de forma incondicional, eu, nas minhas fraquezas e nos meus limites, não correspondo a este amor, o que significa que, o meu pecado, não corresponde ao amor de Deus”, frisou.
Sobre o jejum, o sacerdote explica que nada adianta não ingerir algum tipo de alimento (doce, carne, refrigerante, …), se a abstinência não gerar gestos concretos de caridade. “O jejum e a abstinência têm todo um caráter social, onde a pessoa deixa de comer coisas na Quaresma, mas ela guarda tudo para comer depois. Isso não é jejum nem penitência. Não é eu guardar para comer depois. Precisa ter caráter de caridade e me levar a fazer uma experiência de encontro com o outro”, concluiu.


FONTE CANÇÃO NOVA

Santuário de Fátima celebra festa dos santos Francisco e Jacinta Marto

Festa é celebrada pela Igreja pela primeira vez após a canonização dos dois pastorinhos em maio passado.

Da Redação, com Santuário de Fátima
Santuário de Fátima celebra nesta terça-feira, 20, a festa litúrgica dos santos Francisco e Jacinta Marto, os mais jovens santos não mártires da Igreja Católica canonizados pelo Papa Francisco em 13 de maio do ano passado.
O programa litúrgico começou ontem à noite com a recitação do Rosário na Capelinha das Aparições, com a presença dos ícones dos Santos Francisco e Jacinta Marto, seguindo-se uma Vigília de Oração na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.
Na manhã de hoje, o Dia dos Pastorinhos começou com o Rosário na Capelinha das Aparições, seguido da procissão para a Basílica da Santíssima Trindade, onde foi celebrada a Missa Votiva dos dois santos.
“Hoje é dia de júbilo e de festa”, disse o reitor do Santuário de Fátima, padre Carlos Cabecinhas, que presidiu a celebração. O sacerdote lembrou aos peregrinos presentes que estas duas crianças “mostram como a Mensagem de Fátima é caminho de santidade”.
Padre Carlos recordou ainda as palavras do Santo Padre no dia 13 de maio de 2017, em Fátima, destacando que Francisco e Jacinta Marto ajudam a descobrir a beleza e o encanto da santidade cristã, como vocação de todos os cristãos, uma vez que eles apresentam a santidade como uma realidade próxima e possível.
No período da tarde, a Basílica da Santíssima Trindade acolheu 400 crianças dos vários colégios e escolas de Fátima para um encontro. O Rosário foi presidido pelo reitor do Santuário de Fátima e meditou sobre a vida dos mais jovens santos não mártires da Igreja Católica.
Em seguida, foi realizada uma visita aos túmulos dos Pastorinhos, na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima. O programa litúrgico culmina com as vésperas, marcadas para as 17h30 (hora local).

FONTE CANÇÃO NOVA

Ideologia de Gênero é tema de debate no Conselho Permanente

Ideologia de Gênero é tema de debate no Conselho Permanente

O bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom João Bosco Barbosa de Sousa, apresentou ao Conselho Permanente, na manhã desta quinta-feira, 21, a proposta de texto sobre a Ideologia de Gênero.
O documento, preparado pela Comissão com o apoio de estudiosos da área de Bioética e professores, apresentará citações do papa Francisco sobre o tema, considerações de documentos da Congregações para a educação católica e do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida.

De acordo com dom João Bosco Barbosa de Sousa, o texto terá um sentido pastoral e deverá ser oferecido nos moldes do subsídio sobre a recepção da Exortação Apostólica Pós-Sinodal Amoris Laetitia, lançado no ano passado pela Conferência.
Na primeira parte do texto em debate pelos bispos, dom Bosco ressalta o desejo de a Igreja “não abrir mão de defender os mais frágeis”. Na sequência, é proposta uma leitura acadêmica sobre os conceitos que estão por trás da chamada ideologia de gênero, além das consequências da disseminação desses conceitos. Ainda há sugestões de ações da Igreja diante dessa realidade em várias frentes, como a família, educação, juventude, comunicação e no campo político.
Dom João Bosco destacou a intenção de oferecer o documento às pessoas que “estão com a mão na massa”, como agentes de Pastoral Familiar que apontaram para a necessidade compreender a questão dessa ideologia.
Foto: CNBB/Luiz Lopes Jr. | Reunião do Conselho Permanente acontece até quinta-feira

O bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, lembrou que o conselho havia apontado a necessidade de um pronunciamento da Conferência Episcopal a respeito do tema. E dedicou parte da segunda sessão da manhã desta quarta-feira para receber as contribuições dos membros do conselho. A votação do texto final deve ficar para a próxima reunião do Conselho Permanente.
FONTE: CNBB